Governador do Amazonas ocupa o 12º lugar nacional e supera Tarcísio de Freitas no saldo entre aprovação e desaprovação. O tempo foi curto. A mudança de ritmo, não

Em pouco mais de quatro meses, Roberto Cidade colocou o Amazonas entre os governos mais bem avaliados do país. Uma compilação das pesquisas estaduais mais recentes da Quaest mostra o governador na 12ª posição entre 26 administrações analisadas.
Cidade tem 56% de aprovação e apenas 24% de desaprovação. São 32 pontos de saldo positivo. Tarcísio de Freitas, governador do maior estado brasileiro, também tem 56% de aprovação, mas registra 31% de desaprovação e aparece duas posições atrás.
O resultado é consequência de um governo que acelerou as entregas, foi para as ruas e passou a acompanhar de perto obras e serviços na capital e no interior.
Na segurança, os números falam por si: os homicídios diminuíram 14,2% no Amazonas e 29,1% em Manaus. Os roubos de veículos despencaram 61,4%; os roubos ao comércio caíram 35,3%; e os assaltos nos ônibus recuaram 54,5%.
A Operação Segurança Presente realizou 832 prisões, cumpriu 556 mandados e apreendeu 5,5 toneladas de drogas em apenas dois meses.
Na saúde, chegaram novos equipamentos, mais leitos de UTI pediátrica e atendimento especializado para pessoas com autismo. O governo também repassou R$ 276 milhões às empresas médicas para enfrentar dívidas antigas.
Na educação, 357 mil kits e fardamentos começaram a ser enviados às escolas do interior. Na proteção social, o Auxílio Estadual continua chegando a 300 mil famílias. Na economia, 125 projetos industriais representam R$ 3,7 bilhões em investimentos e a previsão de 3,6 mil empregos.
Os problemas não desapareceram. Mas o Amazonas mudou de ritmo. Em quatro meses, Roberto Cidade transformou presença em entregas, entregas em resultados e resultados em confiança.








