O deputado estadual Sinésio Campos (PT) usou a tribuna na Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam), nesta quinta-feira (5/11), para posicionar-se duramente contra a interrupção dos serviços de condução escolar na capital amazonense. Durante o pronunciamento, o parlamentar expressou indignação com o cenário enfrentado pela comunidade escolar de Manaus.
A paralisação do transporte estudantil foi classificada pelo parlamentar como uma atitude “covarde” e “irresponsável”. Em sua fala, o parlamentar ressaltou que a interrupção repentina das atividades afeta diretamente a rotina acadêmica e a mobilidade urbana na região.
Críticas na Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas
Durante a sessão na Aleam, o deputado destacou os prejuízos causados aos cidadãos que dependem diariamente do sistema para frequentar as instituições de ensino. O posicionamento oficial pode ser acompanhado no portal da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas.
Segundo a avaliação apresentada em plenário, a decisão de suspender o atendimento prejudica diretamente estudantes e trabalhadores da educação. O parlamentar reiterou que a medida extrema penaliza a parcela da população que necessita do serviço público essencial.
Impactos no cotidiano de estudantes e trabalhadores
A paralisação do transporte estudantil reflete em problemas que vão além das salas de aula. Ao deixar a comunidade sem assistência, o movimento gera desorganização no calendário escolar e afeta o deslocamento dos profissionais do setor educacional em Manaus.
Diante do quadro relatado, a atuação parlamentar focou na defesa da continuidade dos serviços públicos prestados à sociedade amazonense, criticando a forma como a suspensão foi conduzida.
Cobrança por diálogo com o transporte coletivo
Para solucionar o impasse, o deputado Sinésio Campos cobrou a abertura imediata de canais de negociação entre o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Amazonas (Sinetram) e as autoridades competentes. A intenção é buscar alternativas que impeçam o prejuízo continuado aos usuários.
O parlamentar defendeu que o diálogo institucional é o caminho adequado para a resolução de conflitos contratuais ou operacionais, sem que ocorra a interrupção de um direito fundamental como o acesso à educação.










