
Além disso, “não há estudos clínicos ou epidemiológicos publicados indicando que BA.3.2 esteja associada a maior gravidade da doença em comparação com outros descendentes (da Ômicron) em circulação”, diz a análise da OMS. “Até o momento, não há sinais de aumento de hospitalizações, admissões em UTI ou mortes atribuíveis à BA.3.2 nos locais onde ela foi detectada”, continua.
A organização conclui que, com base nas evidências atuais, a BA.3.2 “não parece representar riscos adicionais à saúde pública além daqueles associados às outras linhagens descendentes da Ômicron atualmente em circulação, embora seu perfil acentuado de escape imune justifique monitoramento virológico e epidemiológico contínuo”. Por enquanto, a principal medida para se proteger é manter a vacinação em dia.
Fonte: Globo.com








