O prefeito Renato Junior sancionou nesta semana uma legislação muito esperada pelo setor de transportes da capital amazonense, aguardada pelos trabalhadores há 25 anos. A nova norma institui um subsídio financeiro mensal que pode chegar a R$ 3 milhões para o sistema de transporte complementar de Manaus.
Garantia de estabilidade para o setor
Com a sanção da lei, os operadores do sistema alternativo passam a contar com um aporte regular de recursos públicos para a manutenção dos serviços prestados à população. A medida visa equilibrar as contas das empresas e cooperativas que atuam no modal, assegurando a continuidade das operações diárias nas diferentes zonas da cidade.
Impactos na mobilidade urbana
O repasse financeiro foi desenhado para evitar reajustes expressivos nas tarifas pagas pelos usuários, mantendo o serviço acessível. A expectativa da administração municipal é que a injeção de recursos resulte em melhorias significativas na frota e no atendimento aos passageiros que dependem diariamente desse modelo de transporte.
O processo de regulamentação da lei seguirá nas próximas semanas com a definição de critérios técnicos para a liberação das verbas mensais. A prefeitura informou que haverá rigoroso acompanhamento na aplicação dos valores para garantir a transparência e a eficiência na prestação do serviço público.
A efetivação desta política pública encerra um longo período de reivindicações da categoria, consolidando um marco regulatório definitivo para o transporte complementar manauara após décadas de debates inconclusos.










