Diante do agravamento da crise climática no Amazonas, a Prefeitura de Manaus apresentou um conjunto de medidas urgentes à Força Nacional do Sistema Único de Saúde (SUS). O objetivo do alinhamento é conter o aumento de atendimentos provocado pela poluição do ar e pelo isolamento de comunidades ribeirinhas durante o período de estiagem severa.
Demandas prioritárias para o atendimento médico
A gestão municipal detalhou as necessidades mais críticas da rede pública, enfatizando o envio de medicamentos, equipamentos de suporte respiratório e a ampliação temporária do quadro de profissionais. A densa camada de fumaça gerada por queimadas florestais elevou significativamente os registros de problemas respiratórios e oculares nas unidades de urgência e emergência da capital amazonense.
Além da pressão sobre as policlínicas e unidades básicas, o baixo nível dos rios dificulta a mobilidade e o acesso aos serviços essenciais nas zonas rurais e ribeirinhas, exigindo logística diferenciada para transporte de pacientes e insumos.
Plano conjunto e ação integrada
O apoio federal via Força Nacional do SUS visa descentralizar a assistência e assegurar respostas rápidas nas áreas mais afetadas da cidade. A parceria prevê a instalação de estruturas móveis ou reforço direto aos pontos estratégicos da atenção primária e hospitalar.
Com as propostas entregues, as equipes técnicas do Ministério da Saúde e do município avaliam o cronograma de implementação das ações emergenciais para minimizar os danos à saúde coletiva em Manaus.










