iPhone pode ficar mais caro nos EUA e custar até US$ 2.300 com novas tarifas de Trump

“Esperamos que a Apple adie qualquer aumento significativo nos preços dos celulares até o outono, quando o iPhone 17 será lançado, já que é assim que ela costuma lidar com aumentos de preços planejados”, disse, em referência ao outono no hemisfério norte, que vai até o fim de dezembro.

A empresa não respondeu a um pedido de comentário.

Mais de 220 milhões de iPhones por ano pela Apple. Seus maiores mercados incluem os EUA, a China e a Europa.

Outros analistas apontam que as vendas do iPhone estão fracas nos principais mercados, porque o Apple Intelligence, conjunto de recursos com inteligência artificial, não entusiasmou os clientes.

Em seu primeiro mandato, Trump impôs tarifas sobre grande parte das importações chinesas, numa tentativa de pressionar empresas americanas a voltarem a produzir nos EUA ou em países próximos, como o México.

Na época, a Apple conseguiu isenções para vários produtos. Desta vez, Trump ainda não concedeu nenhuma isenção.

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