Além do bumbum: mulheres usam bioestimuladores de colágeno em áreas inusitadas do corpo

Nos últimos anos, os bioestimuladores de colágeno ficaram conhecidosprincipalmente pelo uso no bumbum, impulsionados por famosas que exibiram resultados de firmeza e contorno na região. Agora, enquanto esse foco continua em alta, vem aumentando a procura por aplicações em áreas menos óbvias do corpo. Entrecoxas, panturrilhas e mãos passaram a receber atenção de mulheres que querem uma estética mais completa, indo além do rosto e dos glúteos.

A mudança mostra que o cuidado com o colágeno deixou de ser concentrado em poucos pontos e passou a considerar o corpo como um todo. Segundo o médico Roberto Chacur, um dos motivos dessa expansão é o fato de o bioestimulador agir de forma gradual, permitindo tratar regiões sensíveis sem aparência artificial. Ele explica que, nas entrecoxas, o foco é melhorar a estrutura da pele.

“Nessa área o objetivo não é aumentar volume, e sim devolver firmeza, reduzir o atrito e melhorar a textura depois de perda de peso ou flacidez”, afirma. De acordo com o especialista, o tratamento ajuda também no conforto diário. “Quando a pele está mais firme, a paciente sente menos incômodo ao andar ou treinar, o que impacta diretamente na qualidade de vida”, explica.

Nas panturrilhas, a procura está ligada principalmente ao contorno das pernas. Em vez de recorrer a implantes, muitas mulheres preferem uma opção que valorize o formato de forma discreta. Dr. Chacur conta que o Harmonize Gold estimula a produção de colágeno na área tratada, proporcionando uma sustentação progressiva ao tecido.

“Algumas pacientes sentem que as panturrilhas não acompanham o restante do corpo. O bioestímulo ajuda a reforçar a pele e realçar o desenho da musculatura, deixando a perna visualmente mais torneada, sem exageros”, diz.

As mãos também entraram nesse novo mapa do colágeno. Com o tempo, a perda de gordura e de sustentação deixa veias e tendões mais evidentes, criando um contraste com o rosto, que muitas vezes já foi tratado. Para Chacur, o impacto emocional desse desequilíbrio é grande.

“Muita gente olha para o rosto e gosta do que vê, mas sente que as mãos denunciam a idade. Quando tratamos essa região, devolvemos espessura, suavizamos o aspecto enrugado e recuperamos a aparência jovem da pele”, destaca. Ele ressalta que o objetivo é manter a naturalidade. “O colágeno devolve preenchimento aos poucos, sem transformar o formato da mão”, completa.

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