
No texto, os peritos destacaram limitações importantes para a realização do trabalho. O animal, por exemplo, já estava em fase de esqueletização, comprometendo a análise de tecidos moles. “Assim, o exame se limitou à minuciosa avaliação óssea dos remanescentes mortais”, diz o documento.
O laudo ainda afirma que “todos os ossos do animal foram minuciosamente examinados visualmente, não tendo sido constatada qualquer fratura ou lesão que pudesse ter sido causada por ação humana, nem mesmo em crânio, em região esquerda, na qual já foi discutido no laudo anteriormente apresentado”.
Fonte: G1









