A assessoria econômica do senador Flávio Bolsonaro já articula um plano de forte contenção de gastos públicos, projetando um ajuste fiscal nos moldes da política implementada por Javier Milei na Argentina. A proposta visa alcançar uma redução de 1,5% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.
O plano de ajuste fiscal
A iniciativa faz parte das diretrizes econômicas que vêm sendo desenhadas para o grupo político, mirando o equilíbrio das contas públicas por meio de uma diminuição expressiva na máquina estatal e nos investimentos federais.
O papel do Congresso Nacional
Durante sabatina sobre como o governo alcançaria a meta de enxugamento de 1,5% do PIB, a coordenadora econômica de Flávio Bolsonaro, Daniella Marques, argumentou que o detalhamento de onde virão os cortes caberá ao Legislativo. A economista justificou a ausência de um planejamento prévio das áreas afetadas ao afirmar: “Não sou a Mãe Dinah”.
A declaração evidencia que, embora a diretriz macroeconômica de corte seja uma prioridade do grupo, o mapa exato das despesas que serão eliminadas ainda depende de articulação política futura com parlamentares.










