De acordo com Carlos Braga Monteiro, CEO do Grupo Studio, o governo busca arrecadar recursos com o aumento do IOF sem mexer nos fundamentos da economia.
“Aumentar o IOF significa elevar custos operacionais, especialmente para empresas que dependem de crédito rotativo e financiamento. Em vez disso, deveríamos estar discutindo como reduzir custos estruturais do Estado, incentivar eficiência na gestão pública e promover compliance fiscal como mecanismo de equilíbrio entre arrecadação e competitividade empresarial”, disse Carlos Braga Monteiro, do Grupo Studio.
Jorge Kotz, CEO da Holding Grupo X, avaliou que a alta do IOF é mais uma barreira ao crédito empresarial, especialmente para pequenas e médias empresas, que já enfrentam grandes desafios financeiros.
“Sem acesso fácil ao capital, muitas deixam de investir, contratar e crescer. O empreendedor precisa de estímulo, e não de mais entraves. É preciso revisar a forma como o Estado trata quem produz e gera riqueza, com medidas que valorizem a cultura organizacional e o fortalecimento da gestão financeira”, afirmou Jorge Kotz, da Holding Grupo X.
Para Theo Braga, CEO da SME The New Economy, cada novo obstáculo fiscal ou aumento de imposto é um desincentivo direto à inovação e ao crescimento empresarial.
“O empreendedor brasileiro já lida com uma carga tributária pesada e uma série de incertezas. O IOF mais alto desestimula operações de crédito e investimento, justamente em um momento em que o país precisa impulsionar a nova economia. O foco deveria estar em simplificar, digitalizar e desburocratizar, não em criar novos custos”, concluiu Theo Braga, da SME The New Economy.
Apresentação do governo
Veja os slides da apresentação do governo sobre a alta no IOF:
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Potencião de arrecadação com ajuste do IOF — Foto: Reprodução
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IOF Câmbio – sem tributos — Foto: Reprodução/Ministério da Fazenda
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IOF Câmbio 1 — Foto: Reprodução/Ministério da Fazenda
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IOF Câmbio 2 — Foto: Reprodução/Ministério da Fazenda
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IOF Crédito empresas — Foto: Reprodução/Ministério da Fazenda
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IOF Crédito empresas – continuam não tributados — Foto: Reprodução/Ministério da Fazenda
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IOF Crédito empresas – exemplos — Foto: Reprodução/Ministério da Fazenda
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IOF Crédito empresas – modificações — Foto: Reprodução/Ministério da Fazenda
Fonte: G1









