
Na época, a prefeitura da cidade exonerou Rebello e informou, em nota, que repudiava a prática e que os fatos seriam “apurados com o rigor necessário”. O caso, no entanto, foi denunciado por Cristina Graeml, adversária política de Pimentel derrotada no segundo turno, chegando ao Ministério Público Eleitoral do estado.
Em resposta, a promotora eleitoral Cynthia Maria de Almeida Pierri, se manifestou na última quinta-feira pelo acolhimento da denúncia e pela cassação e inelegibilidade de Pimentel, Martins e Greca. Entre os argumentos usados, é mencionada “a rápida exoneração do investigado Antônio Rebello, logo após a divulgação dos fatos”. Segundo ela, isso constituiria “forte indício da veracidade e gravidade da conduta a ele imputada, sendo uma admissão tácita, pela administração, da irregularidade ocorrida”.
A promotora também negou o argumento apresentado pelas defesas dos investigados, que afirmam que as gravações de áudio feitas do planejamento do esquema seriam clandestinas e não serviriam como provas lícitas. O GLOBO tenta contato com as defesas dos investigados e a prefeitura de Curitiba.
Fonte: Globo.com










