
Para o Vaticano, a esterilidade não invalida a vida conjugal, nem restringe a vida sexual. O documento afirma que casais inférteis têm uma sexualidade legítima e moralmente válida, pois a dimensão unitiva do sexo — a capacidade de unir e aprofundar o vínculo — permanece integralmente.
“De fato, a razão de ser interior e essencial do casamento não é apenas se transformar em uma família, mas sobretudo constituir uma união de duas pessoas, uma união duradoura fundada no amor […]. Um casamento em que não há filhos, sem culpa dos cônjuges, conserva o valor integral da instituição […] não perde nada de sua importância.”









