Wilson Lima impulsiona turismo em Parintins durante sua gestão e fortalece festival com investimentos e geração de renda

De 60 mil visitantes, em 2018, para uma expectativa de 126 mil em 2026, festival ganhou força com recorde de público, mais voos, geração de empregos, apoio aos bois e investimentos na cidade

O pré-candidato ao Senado, Wilson Lima, trabalhou, enquanto governador, para transformar o Festival de Parintins em um dos maiores motores da economia, do turismo e da cultura do Amazonas. Entre 2018 e 2026, o número de visitantes na ilha passou de 60 mil para uma expectativa de 126 mil, o que representa mais que o dobro do público registrado antes desse novo ciclo de fortalecimento do evento. Em duas gestões à frente do governo do Estado, Wilson ampliou os investimentos no festival, reforçou o apoio aos bois Caprichoso e Garantido, ajudou a expandir a malha aérea e impulsionou uma agenda de entregas e ações que consolidaram Parintins como vitrine cultural e destino turístico do país.

“Na nossa gestão resgatamos o Festival de Parintins, investimos e demos condições para que o festival alcançasse o tamanho que ele merece. Não há como retroceder. Hoje o festival é um dos principais motores da economia, turismo, comércio e gera emprego e renda para milhares de pessoas, mostrando a grandiosidade da nossa cultura e do talento do povo parintinense”, afirmou Wilson Lima. 

Nesta sexta-feira (26/06), data em que completa 50 anos e primeiro dia da disputa entre Caprichoso e Garantido, Wilson Lima volta a celebrar o aniversário em Parintins, tradição que mantém há cerca de duas décadas e que reforça sua relação pessoal com a ilha e com o festival. Em 2026, a comemoração coincide com mais um momento de expansão da festa, que chega a um novo patamar de público, investimentos e impacto econômico, consolidando Parintins como uma das principais vitrines culturais e turísticas do Amazonas.

O salto no número de visitantes é um dos principais indicadores desse novo momento. Em 2018, antes de Wilson, foram 60 mil visitantes na ilha. Já em 2019, no primeiro ano da gestão, o festival bateu recorde e chegou a 66.321 turistas. Seis anos depois, em 2025, o público cresceu 91% em relação àquele período e chegou a 114.884 visitantes. Para 2026, a expectativa do Governo do Amazonas é de novo avanço, com cerca de 126 mil pessoas na ilha, movimentação econômica superior a R$ 193 milhões e aproximadamente 240 voos operando entre Manaus e Parintins no período do festival.

Turismo

O crescimento do festival impactou diretamente toda a cadeia do turismo. Mais visitantes significam mais voos, mais embarcações, maior ocupação na rede hoteleira, mais movimento em bares, restaurantes, triciclos, no comércio e em toda a rede de serviços que se organiza em torno da festa.

A movimentação também foi puxada pelo aumento da oferta de transporte. Com o incentivo do governo de Wilson, a malha aérea e fluvial cresceu para atender à demanda do festival, ampliando a capacidade de acesso à ilha e reforçando a estrutura necessária para receber um volume cada vez maior de turistas. O resultado foi um impacto direto sobre a economia local, com reflexos para trabalhadores formais e informais, empreendedores, artistas, costureiras, ambulantes, tricicleiros e toda a rede produtiva ligada ao evento.

Investimentos

O fortalecimento do festival foi acompanhado por um volume expressivo de investimentos do Governo do Amazonas. Em 2026, o Estado destinou R$ 10 milhões aos bois Caprichoso e Garantido, sendo R$ 5 milhões para cada agremiação. O recurso foi anunciado por Wilson, no no início deste ano, antes de renunciar ao cargo de governador. Desde 2019, os investimentos ligados à cadeia econômica do festival já ultrapassam R$ 2,4 bilhões, com R$ 96 milhões destinados diretamente aos bumbás.

Esse apoio ajudou a dar estabilidade ao planejamento dos bois, fortalecer a produção artística do espetáculo e consolidar um novo patamar de organização para o festival. O investimento público também foi decisivo para ampliar a capacidade de atração de turistas, reforçar a presença de patrocinadores e garantir que Parintins se tornasse, ano após ano, um evento ainda mais grandioso.

Economia

A movimentação financeira gerada em Parintins alcança hotéis, pousadas, restaurantes, mercados, serviços de transporte, produção cultural, comércio informal e pequenos negócios espalhados pela cidade. Em 2026, a projeção oficial aponta para mais de R$ 193 milhões circulando na economia e mais de 30 mil empregos diretos e indiretos relacionados ao festival.

Ao longo da gestão Wilson Lima, o festival deixou de ser visto apenas como uma grande manifestação cultural para ser tratado como uma política de desenvolvimento. Esse entendimento ajudou a transformar a festa em uma grande vitrine para o turismo, para a economia criativa e para o setor de serviços, com benefícios concretos para quem vive e trabalha em Parintins.

Festa dos Visitantes

Outro marco desse novo momento foi o fortalecimento da Festa dos Visitantes. Na gestão Wilson Lima, o evento ganhou protagonismo dentro do Bumbódromo, passou a reunir atrações nacionais gratuitas e se consolidou como uma grande abertura popular do festival. O formato foi estruturado por meio de parceria com a iniciativa privada e mecanismos de incentivo, sem uso de recursos públicos para pagamento de cachês das atrações nacionais.

Além de ampliar a experiência de quem chega à ilha, a festa passou a ter forte alcance social. Em 2024, o Governo do Amazonas disponibilizou 20 mil ingressos, trocados por dois alimentos não perecíveis por pessoa. Em 2025, a Festa dos Visitantes reuniu 27 mil pessoas e arrecadou cerca de 50 mil itens alimentícios, destinados posteriormente a 10 instituições sociais de Parintins. A iniciativa uniu turismo, entretenimento e solidariedade, ampliando o alcance popular da programação e convertendo a festa em benefício direto para a população.

Legado

O fortalecimento do Festival de Parintins foi acompanhado por uma agenda mais ampla de investimentos na cidade. Ao longo da gestão Wilson Lima, Parintins recebeu obras e ações em áreas como abastecimento de água, saúde, iluminação pública, mobilidade, crédito, assistência social, esporte e apoio ao setor primário. A lógica foi transformar a força do festival em legado permanente, deixando benefícios concretos para a população para além dos três dias de apresentação no Bumbódromo.

Foto: Arquivo/ União Brasil

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