
Seleção Brasileira encara o Marrocos, neste sábado (13), às 19h (de Brasília)
Chegou o grande dia. Neste sábado (13), a Seleção Brasileira inicia mais uma busca pelo hexacampeonato mundial enfrentando uma pedreira, logo na estreia do grupo C da Copa do Mundo de 2026: o Marrocos.
A partida no Estádio de Nova York e Nova Jersey, que também será palco da final do Mundial, começa às 19h (de Brasília) — saiba onde assistir — e terá narração do CNN Esportes em TEMPO REAL.
O outro jogo da primeira rodada do grupo C também está marcada para este sábado. Às 22h, Escócia e Haiti medem forças em Boston.
Brasil estreia com um time ainda indefinido
Diferentemente do que aconteceu em outros ciclos recentes, a Seleção Brasileira de Carlo Ancelotti estreia na Copa do Mundo de 2026 com uma cara ainda indefinida, em meio a testes e poucas vagas garantidas.
O lateral-direito Wesley, que vinha sendo titular, acabou cortado por lesão. Com isso, Ancelotti testou o experiente Danilo e o improvisado Ibañez. O jogador do Flamengo deve ficar com a vaga.
Do outro lado, Alex Sandro, também do Flamengo, é o favorito para começar na lateral-esquerda, mas vê a sombra de Douglas Santos. O trio rubro-negro seria completado por Lucas Paquetá, o que reforçaria o meio de campo, no lugar do ponta Luiz Henrique.
Na frente, mais indefinições. Matheus Cunha tem tudo para começar a partida contra Marrocos como “9”, mas se vê pressionado por Igor Thiago e Endrick, que se destacaram nos amistosos contra Panamá e Egito, respectivamente. Em recuperação de lesão, Neymar ainda não treinou.
Marrocos: de azarão a páreo duro
Além das dúvidas internas, a Seleção Brasileira se vê diante de um cenário inusitado em sua história: estrear na Copa do Mundo contra uma seleção que foi mais longe do que ela na edição anterior.
O Marrocos foi a grande surpresa do Mundial do Catar, em 2022, caindo apenas na semifinal para a vice-campeã França e tornando-se a primeira seleção africana semifinalista na história das Copas.
Quatro anos depois, os Leões do Atlas chegam tão ou mais fortes, pelo menos no papel e no ciclo. Em janeiro, Marrocos fez a final da Copa Africana de Nações (CAN). Perdeu no campo, mas foi campeão no tribunal — relembre.
O time, que já era eficiente taticamente e aguerrido, ganhou o “reforço” do meia Brahim Díaz, do Real Madrid, protagonista negativo da final da CAN, apesar de ter feito uma ótima campanha. Por outro lado, perdeu dois prováveis titulares às vésperas da Copa: o zagueiro Aguerd e o ponta Ezzalzouli.










